Smart cities
É um pensamento idealista: como seria uma cidade mais bem estruturada do que as que temos hoje? Começo por uma regra simples: as pessoas deveriam morar perto de onde trabalham.
Prédios de no máximo 8 andares
Nenhum prédio passaria de 8 andares, para não criar sombra demais sobre o vizinho. Todas as moradias teriam luz natural. E todos os prédios seguiriam a mesma divisão:
- Térreo e 1º andar: comércio.
- 2º e 3º andares: moradia social, mais simples, mas confortável, para quem não tem recursos para alugar ou comprar.
- Demais andares: moradias para quem pode pagar.
- No topo: um terraço amplo, de descanso e lazer, para todos os moradores.
Tudo perto de todos
Escolas, hospitais, centros esportivos e praças seriam bem distribuídos, para que toda a população pudesse usar sem precisar se deslocar muito. Haveria parques grandes perto dos rios. As grandes empresas e as indústrias ficariam concentradas na periferia, com transporte direto e bem distribuído até elas.
O que fica embaixo da cidade
- Vias expressas subterrâneas, que cruzam a cidade por baixo. Sem rodoanel circulando tudo.
- Galerias de serviço para fiação, água e esgoto, bem estruturadas e fáceis de manter. Chega de abrir a rua para consertar um cano.
- Esgoto tratado no próprio prédio e reaproveitado no banheiro e na lavanderia.
Quanto custaria morar
O valor das moradias seria controlado pelo Estado, perto do mínimo necessário para manter o prédio: manutenção recorrente, manutenções previstas e possíveis urgências. Seria um valor fechado, junto com:
- Energia: grátis até um consumo mínimo considerado para uma moradia. Passou disso, o morador paga.
- Água: 100% paga pelo morador.
- Internet: grátis, com banda limitada, suficiente para o uso em casa.